8.10.14

Tutorial: Como saber se você vai chorar ao fim de um Filme?



Alguns filmes são muito previsíveis. Muito previsíveis. E sim os escolhemos por que sabemos que vamos chorar ao final. Nós seres humanos gostamos muito de chorar. Então, caso precise chorar agora, te darei algumas dicas de como escolher filmes que vão fazer você chorar.
Primeiro, se o filme começar e tiver uma adolescente problemática, irônica que faz piada com as situações adversas da sua vida, provavelmente você está em um filme romântico. Pode ser comédia romântica ou super dramalhão daqueles. Você precisa testificar que não é comédia romântica.
Para isso verifique se o filme tem alguém muito doente, um navio, ou um grande segredo. Se encontrar um personagem principal nessa condições, você está no caminho certo. Há quase que grande chances de você terminar o filme em lágrimas.
Segundo, descubra quem é o casal da história. Focalize neles. Escute cada frase linda e inteligente que um fala pro outro. Vivencie isso. Você precisa estar em sintonia com eles, caso contrário dificilmente você vai ficar triste junto com eles. Entendido?
Se tiver alguém doente, ou se a história for em um navio (certifique-se de que o nome do navio é Titanic, pra ter certeza que ele afunda). Ou se a pessoa tem um grande segredo e de vez em quando tem desmaios. Já dá pra sacar que um deles vai morrer ao final do filme. Mas ainda posso te ajudar a descobrir qual deles. Verifique qual o personagem dos dois é o mais pra cima, mais filoso e que ensina coisas sobre a vida, sobre o amor, sobre sonhos e tudo mais. Detectando quem é este individuo, nem tenha dúvidas, ele será o que morre no final.
Geralmente os que ficam pro final do filme são os mais tolos, mais reclamões, mais problemáticos e não tem nada de legal a ensinar a ninguém. São ensinados a viver pelos seus amados e no fim do filme se tornam muito entendidos de coisas da vida, pessoas felizes, e que descobriram algo de bom, mesmo que seus amados tenham partido.
Foi assim que se escreveram: Meu primeiro amor, Um Amor para Recordar, Titanic e A Culpa é das Estrelas. Só um detalhe, não assisti a culpa é das estrelas todo, fiquei só pelos primeiros minutos, nem li o livro. Mas já sei que é o menino que morre no final. E que ela aprende lindas lições de vida com ele. Mas e daí, nós vamos assistir mesmo assim e vamos chorar horrores, não é verdade?

14.8.14

23.5.14

Sem licença

(mais uma analogia sobre Deus e uma humanidade adolescente).




E foi assim que aconteceu. Eu respirei fundo, tomei coragem e disse:


-Pai, quero a chave do carro, vou sair com uns amigos hoje e quero ir dirigindo.
Ele franziu a testa, tomou ar e fez cara de quem não acredita no que está ouvindo, mas respondeu:

Em defesa dos caras gordinhos...


Com exceção do meu pai, o restante dos caras que mais curto na vida são gordinhos ou tiveram um histórico.
Meu irmão é gordinho, meu primo é gordinho, meu tio... Bem, ele fez dieta. Meu namorado é gordinho, alguns dos amigos mais chegados também.

Um Pouco de Mim...




Quando fiz 21 anos de idade resolvi fazer uma festa. Não uma festa comum, mas um aniversário que tivesse cunho evangelístico. Eu tinha uma banda de evangelismo na época, cantávamos em praças levando a palavra. Pedi a eles que tocassem no meu aniversário e como lembrava muito de um pastor que em meus 16 anos me ensinou a convidar o Pai, o Filho e o Espírito Santo de Deus pra fazer parte dos nossos eventos, tive uma ideia fantástica.

11.8.13

Um Legislador Justo


Deus tem princípios imutáveis, mas nada o impede de transtornar o conhecimento humano. Ele confunde os sábios, para que não pensem que se esgotaram em sabedoria ou que compreendem todos os segredos do Altíssimo. Deus tem princípios imutáveis e um deles é transtornar a sabedoria e a ciência humana, para que saibam que um dos seus atributos também é a Criatividade. Ele que dota os homens com Ela, não seria de todos os mais Criativo? E a sua soberania o permite fazer com Ela o que Lhe aprouver.

Um Arco no Céu


Não sei isso acontece com você, mas quando olho pro céu e vejo um arco-íris, não tem como não sorrir e não imaginar Deus me dizendo: "Estou renovando a minha aliança com você!". E foi assim. Ainda pouco andando na rua vi um arco-íris e eu ia andando e ele ficava mais forte, parecia Deus dizendo pra mim: "Olha, filha, Papai pinto um arco-íris pra você hoje!". Eu fico toda boba pensando na resposta: "Ainnnn, *-* Paaai, o Senhor, é tão fofo!", *-*

Ele está escrevendo...


Nós Garotas somos românticas por natureza e algumas de nós já oramos a Deus dizendo: "Senhor, Não quero viver menos que uma Bela História de Amor!". Não sei quantas já oraram assim, nem sei também se alguém já orou assim. Bem, eu já fiz essa oração e a resposta foi mais ou menos essa que você vai ler mais a baixo:

3.3.13

Sonhos Mortos


Um dia estava sentindo um vazio estranho em meu peito eu perguntava pra Deus, por que sentia aquilo. Era como um sentimento de morte dentro de mim. 
-Senhor, eu pequei? Por que estou me sentindo assim? Devo ter feito algo realmente mau aos Teus olhos.
A resposta não vinha.

23.1.13

Frases I


 Uma Garota cristã só parte dessa terra depois de realizar tudo o que lhe estava destinado a cumprir. Portanto, se você ainda esta viva mãos à obra. Deus quer te usar!

23.8.10

“Estamos sós no universo?!”

padre-bomba-atomica

Nós não, mas eles sem duvida estão.

Existe na terra uma parcela de seres que têm certeza de que não há no mundo mais ninguém além deles mesmos. E você, meu caro e silencioso amigo, sabe de quem estou falando.

Na verdade, esses seres, não estão sós somente no universo, estão sós no mundo inteiro.

Alguém disse a eles que uma bomba atômica destroçou parte da humanidade e adivinha só, eles acreditaram.

“Oh! Pobrezinhos!” exclamaram, “morreram todos!”.

E foi assim, movidos de uma imensa compaixão pelos sereres humanos que jaziam em radiação, que eles tomaram uma dificil decisão em prol da memória de seus conTERRAneos. Decidiram que o mundo não passaria um dia em silêncio. Pra que os poucos habitantes que restaram, não tivessem crises psicoticas e depressivas em solidão profunda. Que boas almas. Equiparam seus carros com  sons tão potentes que é impossivel haver silêncio em um raio de 800 Km. Sim. Exatamente. Não são realmente boas almas?

Em suma. O que acontece é que de fato, creio eu que explodiram uma bomba nuclear e fizeram com que seres humanos desaparecessem. Pra mim, é a única eplicação pra que um ser dito “sapiens” escute o som no ultimo volume de seu carro como se não existisse mais ninguém.

Nós desapareceeeeeeeemos, mas nossas mente ainda estão aqui, ouvindo a música da hora: o melor da pi (recuso-me a pronunciar o nome da música). Eles não podem nos ver, embora estejamos aqui. Sofrendo. Querendo mesmo a medida que um cidadão extra-surdo, atravessa nosso caminho com uma aparelhagem própria, que tivessemos de fato sido dizimados por uma bomba em grande escala. Se assim fosse, sobrariam somente as baratas, que sobreviveriam tanto à castatrofe, quanto à poluição sonora, até por que elas já são surdas.

É por isso que acho ufologia uma balela. Homem verde nenhum tem coragem de se aproximar da terra e ser o proximo a usar aparelhos alditivos telex, tecnologia criada somente na terra que é onde esses seres medonhos habitam.

Meu texto foi exagerado? Exato! Era pra ser, tinha que ter o mesmo volume que o seu trioelétrico compacto e intrasferivel.

:P

As Grandes Asas

Yan_Aguia

Quando nasci fui o ultimo a calar os berros. Todos pararam antes de mim, eu fiquei durante muito tempo, tentando saber o que estava acontecendo.
O tempo passou e me acostumei, sair do lugar quentinho em que vivia, foi estressante mas me adaptei para outro lugar que também se tornou quentinho, aconchegante acolhedor. Vivi naquele ambiente de paz e tranqüilidade durante os primeiros dias de minha vida. Sendo alimentado, afagado, vivendo na mais perfeita harmonia com meus irmãos e meus pais e protegido sob as aquelas Poderosas Asas.
O tempo passou. Um dia uma grande ave com um bico enorme colocou a boca no meu pescoço, com o susto não deu pra ver bem o que estava acontecendo nem o que era. Tudo o que eu conhecia até então tinha desaparecido e eu me vi, sem onde por meus pés. Fiquei literalmente sem chão. Todo o amor, todo o cuidado com que me acostumara tinham desaparecido, meus pais, meus irmãos, minha casa, onde estava Havia perdido tudo o que me era de mais precioso, e As Grandes Asas, cadê?
Havia em minha frente um infinito azul. Nada que pudesse me dizer: “calma! Existe um fim pra tudo, existe um lugar solido onde você poderá por seus pés, existe segurança!”. Eu estava desesperado, em pânico, achando que nada podia ser pior, eu nem tinha consciência do que era algo ruim até então, como se já não bastasse não conseguir ver o rosto do meu opositor. Do sol dando de frente nos meus olhos me cegando, das poucas coisas que pareciam belas não parecerem seguras, como se já não estivesse ruim o bastante uma coisa pior aconteceu.
Eu caí. Cai como se nunca acabasse o infinito em baixo de mim. Cai como quando sonhamos que estamos caindo e o susto é tão grande que acordamos. Cai mas não conseguia acordar. Não entendia o que era nem mesmo uma queda. Suei frio, meu corpo começava a congelar, meu coração palpitava dentro de mim e havia um terror, um terror. Ó Deus ajude-me!
Quando a queda já parecia algo da qual jamais me livraria outra coisa me tirou do lugar e me assustou novamente. O susto foi maior. O grande pássaro me pegou de novo pelo pescoço. Que pesadelo, Quando isso ia acabar, já não suportava mais. Veria meus pais novamente? Veria meus irmãos? Voltaria pra casa? Ou seria o fim da minha vida?
As perguntas em minha mente foram interrompidas de novo com outra queda. Mas havia desistido, já estava aceitando qualquer que fosse meu destino. A morte? Que venha então! Parecia tão injusto, alguém tão pequeno e tão novo, nem tinha histórias pra contar, não tinha ido a universidade, não tinha ido nem à escola! Após algum tempo que não consigo identificar quanto foi, mas pareceu-me eterno, fui novamente suspenso pela grande ave. Escurecia. O sol já não doía mais a minha vista. Estava trêmulo, triste, totalmente arrasado, com as perguntas em minha cabeça. De repente avisto minha casa, o ninho em que nasci. Meus irmãos todos lá e mamãe. Fiquei mais desesperado ainda, a grande vai matá-los também?
Foi quando estranhamente ela se aproximou do ninho e me soltou, dando uma volta sozinha e então pude ver quem era. Era o papai, ele era quem estava comigo no bico o tempo todo. Meu pai é uma águia e eu sou um filhote. Os momentos desesperadores que passei, foi a minha primeira escola. As grandes Asas que acolhiam foram às mesmas que voaram comigo pelo céu e me largaram. Toda essa história triste, era só meu pai me ensinando a voar.
Fui dormir triste, trêmulo aquele dia. Chorei até dormir. Por que papai havia feito isso comigo, perguntava? Se não tivesse me desesperado, teria visto papai bem antes.
Hoje que aprendi a voar, sei que se nunca houvesse passado por nada daquilo, não seria dono da maior alegria que alguém pode ter. O que os homens querem, mas não alcançam, passaria minha vida inteira com os pés em algo fixo. Olhando pro céu sem saber o que estava faltando na minha vida. Sentiria no intimo do meu ser a falta de algo que está incrustado nos meus instintos naturais. Sou uma águia e meu lugar é o céu.
Obrigada a Deus Todo Poderoso, que me acolhe debaixo de sua Grandes Asas, me alimenta, me dá água, mas que me ensina a voar para que esteja no céu Naquele Grande Dia.

16.8.10

Dorothy ( Depois de Oz)


Oh! Pobre Dorothy,o mundo lhe parecia belo e divertido, cheio de mágica, aventuras e mistérios. Teve que enfrentá-lo pra descobrir que, embora o Kansas fosse pacato, humilde e simplório, era o Kansas, seu lar, e o melhor lugar do mundo.
Não foi à toa que Dorothy, tendo em vista o Mágico pra realizar qualquer um de seus desejos mais profundos, pediu somente que a mandasse de volta pra casa. Feliz, Dorothy, que não pediu falsas coragens, nem pediu uma mente brilhante, nem um coração que se quebra em emoções incinceras, enquanto todos os seus amigos de jornada iam continuar no mesmo lugar, que era o mundo ilusório.
Feliz Dorothy! Que voltou correndo pro seu verdadeiro lugar, e feliz, pode refletir por si mesma que, não importa o quão mágico seja o caminho a Oz, ou quão aventuresco, ou divertido, ou cheio de fantasia, tudo o que Dorothy queria era voltar pra casa. Pra sua verdadeira casa.

28.7.10

Roberta


Menina morena e faceira.
Aos 15 anos tinha encontros com diretor do colégio em que estudava. A sala da direção era onde aconceteciam esses "encontros".
O diretor era um homem gordo que só pudia ter um carro na vida: uma pick-up. Só esse carro o suportava. Além disso, todos os anos se candidatava à politica e a cidade inteira o conhecia.
Aos 17 anos ela angravidou dele e acho que ele não soube.
Ela abortou. Aos 17 já era seu segundo aborto.
Com 18 entru em um ônibus e se mandou pra Bahia.
Lá havia uma proposta de emprego empreendedora e de sucesso esperando por ela.
Profissão?
Prostituta.
Sua mãe a procurou por dois anos sem noticias e sem seu paradeiro, até que finalmente a encontrou.
Não fazia muito tempo porém que havia descoberto onde sua filhinha estava, a pobre morreu de dengue hemorrágica.
Foi ai que Roberta resolveu aparecer, depois de saber noticias da mãe. Ficou somente pro enterro e foi embora outra vez.
Perguntada se sofria muito pela morte de sua mãe, respondeu que não. Fria e seca, como se tivem perguntado se gostava de suco de uva e respondesse negativamente a pergunta.
Torceu o canto da boca, como se nada tivesse acontecido.
Foi embora pra Bahia após o enterro. Nunca mais se ouviu falar dela.
Essa história é baseada mesmo em fatos reais.
Qualquer semelhança com nomes e fatos não será considerada mera coincidencia.
Porém, não me procupo com futuras reclamações, Roberta nunca gostou de ler mesmo.

20.7.10

Não desinterre cachorros!


Tinham tido uma longa conversa, até que por curiosidade ele perguntou:

─── E o seu ex-namorado. Você ainda gosta dele?

Ela respondeu:

─── Não, mas não quero tocar no assunto.

Ele insistiu:

─── Então, se não quer tocar no assunto, é por que gosta dele.

Ela respirou fundo, franzio a testa e começou:

─── Você gosta de animais?

─── Não!

─── Digamos que você gostasse de animais e tivesse um cachorro e esse cachorro fosse seu melhor amigo, seu companheiro, aquele que fazia do seu mundo um sonho.Imaginou?
─── Sim.
─── Agora pense comigo.

De repente um carro atropela seu cachorro amado e querido e destrói seu mundo. Você sofre horroooooressss, chora, fica sem comer e blá blá blá. Aí, você faz o velório do bichinho e enterra ele no quintal. Pensou?
─── Sim.

─── O tempo passa e você se recupera. Já não chora, não sofre, está mais calmo e, as vezes, nem lembra que seu cachorro foi enterrado no quintal. O tempo vai mais pra frente um pouco, até que chega um dia em que você esqueceu completamente e não sente mais nada pela morte do seu cãozinho. Pergunto-te: o fato de você não sentir mais nada pelo cachorro, vai fazer você ir ao quintal desenterrá-lo?

─── Não!
─── Pois bem, nem eu quero falar do meu ex-cachorro.

Fim do diálogo. Amigo, chocado.

15.7.10

O homem que esvaziava letras.


Era um adoentado esse seu Zé. Nasceu com uma doença grave: alergia ao mundo. Se visse, ouvisse, respirasse ou tocasse qualquer coisa, ele empolava imediatamente e produzia letras.
Letras?
Sim.
Letras.
Como quando encontramos letra na sopa, encontrava-se facilmente letras no sangue dele, sob a pele, nas unhas e fios de cabelo. Ele enchia de letras pelo corpo todo. Coitado! Sofria muito. Aonde ele ia, todos podiam ver o rosto dele cheio de letrinhas. Não podia abrir a boca que as letras saiam junto com o vapor d'água. Flatulencias então, a situação dele era critica, morria de vergonha.
As letras passeavam. Subiam e desciam pelo corpo todo normalmente, acompanhando o ballet da corrente sanguinea.
Fora estudado muito anos pelos cientistas na adolescencia. Sem sucesso, descobriram por que, mas não acharam a cura. Tinha dores, febre, suor frio, nauseas. Vida dificil. Os sintomas aliviaram ao longo dos anos a medida que ficava velho.
Ao termino da faculdade, achou a solução pro problema.
Quando escrevia o TCC, percebeu que a medida em que escrevia iam desaparecendo de seu corpo as letrinhas. Aliviava as dores e o mal estar com que já até havia se acostumado ao longo dos anos. Quase surta de tanta alegria quando pela primeira vez na vida, seu corpo parou de acumular letras.
E foi assim que ao longo da vida ele escreveu 1783 livros, 147867 textos, 59686 poemas. Foi redator de um jornal muito famoso da cidade onde nascera. vez ou outra parava de escrever, começavam a aparecer letras. Escrevia de novo e elas sumiam.
Morreu de velhice, com milhares de premios e nome em avenidas e predios publicos. No leito de morte, os que ali estavam contaram que quando ele abriu a boca, voaram para fora, mesmo ele fraco ainda três letrinhas. Primeiro um F. Depois I meio prolongado... A ultima letra foi um M, quase imperceptivel. Duvidosos, porém chegaram a conclusão que havia soletrado FIM.

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